Entrelaçadas

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A mulher tem conquistado, ao longo dos anos, cada vez mais espaço. Lugares e posições antes impensados na sociedade patriarcal sucumbiram à presença feminina.

Esse caminho é sem volta. Entretanto, é possível constatar que a luta por essas conquistas – valiosas, sem dúvida alguma, deixou lacunas na alma feminina.

Estamos estressadas. Vivemos numa sociedade que impõe padrões de cobrança exaustivos por sobre os ombros da mulher. Esse cenário é bastante complexo, e termina por desencadear tensões físicas e emocionais que comprometem o adequado funcionamento do corpo e das emoções, nublando nosso dia a dia e podendo levar ao adoecimento, além de causar muito sofrimento.

Alguns elementos culturais são também variáveis que intervêm negativamente na vida da mulher. O patriarcalismo, o machismo estrutural e a cultura midiática promovem, muitas vezes, a desvalorização do ser feminino.

Ante esse cenário, a mulher tende a anular seus anseios e potencialidades, fragilizando-se constantemente, num movimento de negação das próprias características e necessidades, inerentes ao feminino.

Como consequência, perdemos o respeito e o amor próprio. Não nos reconhecemos mais. Emerge uma angustia dolorosa, que corrói a nossa alma. Essa angústia, todavia, é um chamado. Precisamos voltar ao inicio de tudo, a nossa estrutura primordial – o ser feminino.

Acolher esse chamado é uma decisão individual. O ser feminino, entretanto, pertence à todas nós. Dessa forma, estarmos juntas e reunidas num espaço dedicado a pensar e cuidar da nossa essência é libertador.
Pensando nesse caminhar, nasceu o EntrElaçadas, uma proposta circular de resgate e fortalecimento do feminino. Os princípios que nos regem são autenticidade, humildade, parceria, colaboração, confidencialidade, lealdade, sigilo, ausência de julgamentos e compartilhamento. O que acontece no círculo, fica no círculo!

Nossos encontros trazem temas relacionados à representação da mulher na sociedade, no grupo familiar, nos relacionamentos afetivos, expressões de vulnerabilidade, relação com o corpo e muitos outros relativos ao grande desafio de ser mulher.

Cultivamos a irmandade entre as mulheres, a criação de laços profundos e significativos entre as participantes, o compartilhamento de experiências, a escuta acolhedora e o desenvolvimento da capacidade de escuta de si mesma. Nos dedicamos a refletir sobre temas sensíveis, buscando um olhar que contemple as demandas da mulher. A decisão de compartilhar é voluntaria e eletiva, respeitando as características e necessidades individuais. Muitas vezes o aprendizado vem do silêncio solidário, da disponibilidade expressa no olhar. Cada uma encontra seus caminhos de inserção e participação no círculo, e toda forma de pertencimento é legitima. Não há espaço para julgamentos.

Adotamos o formato circular, pois nos círculos fica evidenciado que somos todos iguais, sem hierarquia. Impera a transversalidade nas relações. As forças que agem sobre uma, atuam sobre todas, numa ressonância contínua. Assim, nos reafirmamos enquanto companheiras no caminho.

Nosso foco é buscar o autoconhecimento, ancoradas em atividades voltadas ao reconhecimento, acolhimento e validação da mulher consigo mesma e com o grupo. EntrElaçadas, porque juntas somos mais fortes.

próximo ciclo

Datas

Os encontros se realizarão online nos dias 6, 14, 20 e 27 de Abril.

Local

Em razão da pandemia de COVID-19, ainda estaremos realizando nossos encontros de maneira remota – online.

Horário

19h20 às 21h00

Investimento

Disponibilidade para crescer.
Assiduidade.
Pontualidade.

Vagas limitadas – Inscrições sujeitas à confirmação
Inscreva-se!

Alma de Mulher

Nada mais contraditório do que ser mulher…
Mulher que pensa com o coração,
age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia
e transmite cada uma delas num único olhar.

Que cobra de si a perfeição e vive
arrumando desculpas para os erros,
daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá à luz
e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gera.

Que dá as asas, ensina a voar, mas que não quer ver partir
os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda
que seu amor nem perceba mais tais detalhes.

Que como numa mágica transforma
em luz e sorriso as dores que sente na alma,
só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte para dar os ombros
pra quem neles precise chorar.

Feliz do homem que por um dia souber,
entender a Alma da Mulher!

Lucinete VieiraMARQUE SUA CONSULTA
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